Perguntas frequentes
O plano indicou uma clínica, mas ela não possui vaga. O que devo fazer?
É importante registrar a tentativa de atendimento e, sempre que possível, obter uma resposta da clínica informando a indisponibilidade. A situação pode então ser analisada em conjunto com a prescrição médica e as respostas fornecidas pela operadora.

A clínica atende, mas oferece menos horas do que foram prescritas. Isso encerra a obrigação do plano?
A existência de algum atendimento não permite, isoladamente, concluir se a obrigação assistencial está sendo adequadamente cumprida. É necessário comparar a prescrição, as necessidades do paciente e aquilo que está efetivamente sendo disponibilizado.

O plano não possui determinada terapia ou profissional na rede. O que fazer?
A situação deve ser documentada e analisada considerando a prescrição médica, a cobertura contratada e a disponibilidade da rede assistencial.

Preciso ter uma negativa por escrito?
A documentação da resposta da operadora é muito importante. Guarde protocolos, e-mails, mensagens e documentos relacionados à solicitação. Quando houver negativa, procure obter a respectiva justificativa.

Todo problema com tratamento de TEA precisa ser resolvido judicialmente?
Não. A medida adequada depende da situação concreta. Antes de qualquer providência, é importante compreender a prescrição, a resposta do plano e os documentos disponíveis.

É possível analisar o caso mesmo que eu ainda não tenha todos os documentos?
Uma triagem inicial pode indicar quais documentos precisam ser obtidos ou complementados antes de uma avaliação mais completa.